Além do uso da ferramenta Atestmed e da revisão nos benefícios, o presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Alessandro Stefanutto, prevê poupar R$ 3 bilhões com devoluções de benefícios em 2024. O valor das devoluções não está previsto oficialmente, mas costuma voltar anualmente para os cofres públicos.
Esse montante deverá contribuir para a economia de cerca de R$ 10 bilhões prevista para o ano, que está centrada justamente nos gastos do INSS. Trata-se de uma das apostas da equipe econômica para equilibrar as contas públicas e atingir a meta de déficit zero.
Normalmente, é um dinheiro que vai para o banco e o beneficiário não saca por motivos como falecimento. “É pouco, porque você tem uma folha de R$ 900 bilhões, mas contribui”, disse o presidente do INSS.
“Nós temos outras economias ocorrendo que não estão endereçadas. Nós temos economia, por exemplo, de devoluções. Todo ano se recebe R$ 2 bilhões, R$ 3 bilhões de devolução, e não está contando lá [nos R$ 10 bilhões]”, disse Stefanutto ao Metrópoles.
